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Dois textos no meio do caos

Entretanto, de forma avulsa, e enquanto o Sinais em linha não retoma fôlego, aqui ficam dois textos sobre espectáculos: um publicado na revista electrónica da AICT (Associação Internacional de Críticos de Teatro), a Critical Stages , sobre o maravilhoso espectáculo da Joana Craveiro/Teatro do Vestido, Um museu vivo de memórias pequenas e esquecidas; e outro sobre três espectáculos da Companhia Caótica, publicado no blogue da Fábrica das Artes/CCB (Sopa Nuvem, Na barrigaPoemas para bocas pequenas).

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crítica

Segni d’Infanzia e Oltre: Mantova new Generations International Performing Arts Festival

O Segni d’Infanzia e Oltre: Mantova new Generations International Performing Arts Festival celebrou este ano a sua décima edição e tem vindo a tornar-se um dos mais importantes festivais de teatro para públicos jovens em Itália. Aqui podem encontrar-se vários textos críticos sobre alguns dos espectáculos lá apresentados, incluindo Sopa Nuvem da Companhia Caótica.

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Conversas no ar, no FITEI

Durante o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, Ana Pais e um grupo de críticos e convidados foi dinamizando um conjunto de conversas, pensamentos, reflexões e outras coisas mais difíceis de categorizar sobre os espectáculos apresentados nesta edição do FITEI. Ficam aqui os links para estas Conversas no ar.

Conversa no ar, n.1

Rui Pina Coelho sobre Poéticas Urbanas (Cia. Andaime) e Britânico (Ao Cabo Teatro)

Conversa no ar, n.2

O segundo fascículo de Conversas No Ar, de Rui Pina Coelho, desta vez com uma convidada, Diana Damian Martin. A conversa tem como foco o espetáculo Self-portrait, de Ana Mendes, levado a cena ontem, na Mala Voadora, e que abriu o ciclo EXPATRIADOS, no FITEI 2015.

Diana Damian Martin vive e trabalha em Londres como crítica e escritora. É “Performance Editor” na Exeunt Magazine, co-fundadora do “Writingshop”, um projecto colaborativo, europeu, que visa examinar os processos e a política da prática crítica contemporânea. É docente de Artes Performativas na Royal Central School of Speech and Drama.

Conversa no ar, n.3

Conversas após apresentação Voyage Sur Place, de Marianne Baillot

Conversa no ar, n.4

Mais um fascículo das Conversas No Ar, em que Ana Pais e Daniele Ávila Small conversam acerca de Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas.

Conversa no ar, n.5

Mais um fascículo de Conversas No Ar, desta vez, conduzido pela crítica Ana Pais e dedicado a Carta ao Pai, de Antonio Gilberto.

Conversa no ar, n.6

Novo fascículo do Conversas No Ar. Sílvia Pereira, artista convidada pelo FITEI para a programação EXPATRIADOS, conduz-nos pela sua exposição OMNIADVERSUS MOMENTUM 0.
A pedido da artista, este Conversas No Ar tem exposição limitada, pelo que devem ouvi-lo o quanto antes.

Conversa no ar, n.7

Novo fascículo de Conversas No Ar, onde Ana Pais e Jorge Louraço Figueira trocam impressões, dúvidas e esclarecimentos em torno dos Palmilha Dentada e do seu novo espetáculo, Muro.

Conversa no ar, n.8

Oitavo Fascículo de Conversas No Ar, dedicado ao novo espetáculo do Teatro Experimental do Porto

Conversa no ar, n.9

Ana Pais explicando a condição de Expatriado a partir de uma relação com o espetáculo Waltz, dos Voadora.

Conversa no ar, n.10

O fim do festival na conversa entre Ana Pais e Gonçalo Amorim, diretor artístico do FITEI.

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recensão

O crítico emancipado

A APCT, no âmbito do FITEI 2015, em colaboração com a ESAP – Escola Superior Artística do Porto, organizou o Encontro Ainda Festivais? Pensar um festival para agora, com o intuito de apresentar e discutir alguns modelos de relação entre a organização de festivais e a crítica de artes performativas. Este encontro foi encerrado com o lançamento do livro da crítica e investigadora brasileira Daniele Ávila Small, O crítico ignorante: Uma negociação teórica meio complicada (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2015). Fica aqui a apresentação desta importante obra sobre crítica de artes performativas:

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crítica, teatro para a infância

“A beleza das coisas com a linguagem que as diz” [Poemas para bocas pequenas]

Poemas para bocas pequenas. Direcção, escrita e interpretação: Margarida Mestre. Co-criação, direcção musical e interpretação: António-Pedro. Espaço cénico e figurinos: Inês de Carvalho. Consultadoria para a escrita: Dina Mendonça. Produção: Companhia Caótica. Produção e Agenciamento: Stage One. Poemas: Sidónio Muralha, Luísa Ducla Soares, António Torrado, Fernando Miguel Bernardes, Cancioneiro Popular-Português, Margarida Mestre e António-Pedro. Maria Matos Teatro Municipal, 23 de Maio de 2015.

Há muito tempo que não ia ao teatro a pensar em escrever sobre um espectáculo. A atenção que se presta – bom, que presto – quando se vai – bom, quando vou – “para escrever”, é de um outro tipo. Ao gozo e à liberdade natural do espectador sinto-me obrigado a acrescentar uma outra coisa que não sei descrever muito bem – um estado de alerta suplementar; uma vigilância à minha própria atenção para não deixar o espectáculo “passar por mim” incólume; uma monitorização constante ao que vai acontecendo e ao que me vai acontecendo. Assim descrito parece tortura, mas, na verdade, é das melhores coisas do mundo. Ainda assim, isto, se em condições normais já é custoso, num espectáculo para a infância e quando se está acompanhado de um filho é bem mais complicado. Quando se vai acompanhado de dois filhos – como no presente caso – a coisa pode roçar o catastrófico. Há sempre algum que ameaça levantar-se e, muito possivelmente, entrar cenário adentro, ou que se lembra de pedir umas bolachinhas, ou que se entusiasma com a interacção na plateia, ou que… ou que… Bom, na verdade, tudo pode acontecer. A atenção que deveria ser dedicada ao espectáculo é, necessariamente, dispersada.

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