crítica

A escrita no invisível [Como um carrossel]

Como um carrossel

Como um carrossel. Encenação e cenografia: Isabel Barros. Texto: João Paulo Seara Cardoso. Marionetas e animação: João Apolinário e Francisco Magalhães. Música: Carlos Guedes Desenho de luz: Filipe Azevedo. Adaptação para língua gestual portuguesa: Joana Cottin. Interpretação: Micaela Soares e Vítor Gomes. Produção: Sofia Carvalho. Design gráfico e assistência de produção: Pedro Ramos. Operação de luz e som: Filipe Azevedo. Técnicos de construção: João Pedro Trindade e Rosário Matos. Confeção de figurinos: Cláudia Ribeiro e Marlene Rodrigues. Cabeleireira Cristina Soares. Fotografias: Susana Neves. Co-produção: Teatro Municipal de Matosinhos-Constantino Nery. Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Ministério da Cultura / DGArtes.

Teatro Taborda, 25 de maio de 2017

FIMFA – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

A companhia Teatro de Marionetas do Porto trouxe ao FIMFA um espetáculo infantil que ilustra a metáfora de que “a vida é como um carrossel à volta do sol”. O espetáculo que agora nos apresentam é uma nova versão sobre uma criação anterior de João Paulo Seara Cardoso intitulada Como um carrossel à volta do sol, apresentada em 2006. Algumas das alterações trazidas são a introdução de momentos em linguagem gestual portuguesa, a mudança de género da personagem principal e a reescrita do texto.

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crítica

O corvo, a raposa e a morte [Kitsune]

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Kitsune. Encenação e cenografia: Rui Queiroz de Matos, Júlio Vanzeler.Marionetas e ilustração: Júlio Vanzeler. Figurinos: Patrícia Valente. Música: Pedro Cardoso. Desenho de luz: Filipe Azevedo. Interpretação: Micaela Soares, Rui Queiroz de Matos, Vitor Gomes. Produção: Sofia Carvalho. Design gráfico e assistência de produção: Pedro Ramos. Operação de luz e som: Filipe Azevedo. Técnicos de construção: João Pedro Trindade, Rosário Matos. Construção de figurinos: Carla Pereira. Fotografia de cena: Susana Neves. Co-produção: Teatro de Marionetas do Porto, CineTeatro Constantino Nery Teatro de Marionetas do Porto.

Teatro Rivoli, 20 de Outubro de 2016

FIMP – Festival Internacional de Marionetas do Porto

 

 

Vem do Oriente a mais recente criação das Marionetas do Porto. “Kitsune”, que significa “raposa” em japonês, desafia-nos a uma reflexão sobre a morte que é acima de tudo um elogio da vida e um convite para restaurar rituais. Na dança Butô, a ideia de aceitação da morte surge como princípio fundador, tal como nas artes marciais: aceitar a morte antes de entrar em cena para não se preocupar com ela durante a acção. “Olhar a morte nos olhos, servir-lhe uma sopa quente e dar-lhe a mão” é a divisa deste espectáculo.

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crítica

A alegre biografia de um psicopata [Barba Azul]

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Barba Azul. Encenação e texto: Rui Queiroz de Matos. Cenografia: Rui Queiroz de Matos, Filipe Azevedo. Marionetas e Ilustração: Júlio Vanzeler. Música: Pedro Cardoso. Figurinos: Patrícia Valente. Desenho de Luz: Filipe Azevedo. Vídeo design e Vídeo mapping: Ivo Reis. Interpretação: Micaela Soares, Rui Queiroz de Matos, Vasco Temudo. Produção: Sofia Carvalho. Design gráfico e assistência de produção: Pedro Ramos. Operação de luz, vídeo e som: Filipe Azevedo. Técnicos de construção: Rosário Matos e Ana Pinto. Confecção de figurinos: Carla Pereira. Fotografias: Susana Neves. Co-produção: Teatro de Marionetas do Porto e Teatro Municipal do Porto. Técnica: Manipulação à vista. Idioma: Português. Público-alvo: +6. Duração: 50 min.

FIMFA – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

Teatro Taborda, 7 de Maio de 2016

O espectáculo Barba Azul, do Teatro de Marionetas do Porto, é uma versão alternativa e adoçada do conto homónimo de Charles Perrault, publicado pela primeira vez em 1697.

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